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Edição 1999-2000 |
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| Os vencedores das seis categorias do II Prêmio Imprensa Embratel foram escolhidos entre 31 finalistas por 11 jurados. A cerimônia de entrega foi realizada na noite do dia 21, no Hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, com a presença de cerca de 400 convidados, as diretorias da Embratel e do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, promotores do evento, e ainda representantes da Associação Brasileira de Imprensa, da Federação Nacional dos Jornalistas e da Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio de Janeiro (Arfoc). |

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Grande Prêmio Barbosa Lima Sobrinho |
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A reportagem "Os arquivos da ditadura", série de autoria de Hugo Marques e Edson Luiz, publicada no jornal "O Estado de S. Paulo" de março a junho de 2000, foi a vencedora do II Prêmio Imprensa Embratel, arrebatando o Grande Prêmio Barbosa Lima Sobrinho. Também foram premiados mais seis trabalhos jornalísticos, nas categorias de Jornais e Revistas, Televisão, Rádio, Fotografia, Telecomunicações/Veículos Especializados e Telecomunicações/ Veículos Não-Especializados. |

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Categoria Jornal e Revista |
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A reportagem "Meninos do Brasil" (série), de Jaeci Carvalho, foi publicada no jornal "Estado de Minas" de 16 a 26/7/2000. Denuncia o crescente tráfico de jogadores de futebol ainda menores de idade para a Europa. São jovens de famílias pobres, a maioria com pouca escolaridade, recrutados em várias regiões do País por agentes de futebol não autorizados pela Fifa, atraídos pela possibilidade de se tornarem milionários. A produção da reportagem incluiu viagens à Polônia e à Bélgica. O jornalista Jaeci Carvalho, desde 1992 na editoria de esportes do "Estado de Minas", já atuou nas TVs Globo (Rio de Janeiro, Juiz de Fora e Belo Horizonte), Manchete e Record (ambas em Belo Horizonte). Carioca, é formado em jornalismo pela Universidade Gama Filho. |

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Televisão |
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A reportagem "Túnel superfaturado" (série), de César Tralli, foi veiculada no "Jornal Nacional", TV Globo, e refere-se a uma minuciosa investigação que consumiu três semanas de trabalho sobre o esquema de superfaturamento das obras públicas durante a gestão do ex-prefeito Paulo Maluf. Descobriu-se um amplo esquema de facilitação da aprovação de contas da Prefeitura de São Paulo no Tribunal de Contas do Município. Em um dos momentos da série que chega a ser cômico, o repórter pergunta a um dos conselheiros do TCM se "um mais um não são dois", e ele responde: "Depende da sua contabilidade! Pode ser três... Pode ser quatro... Depende!" O jornalista César Tralli começou sua carreira aos 15 anos, escrevendo para os jornais "Folha de S.Paulo" e "Gazeta Esportiva". Em 1988, fez curso de seis meses de especialização em jornalismo em Londres, desenvolvendo trabalho sobre o código de ética estabelecido pelos jornais ingleses na época. Foi repórter da Rádio Jovem Pan AM, em São Paulo, e ingressou na televisão em 1989, como repórter do programa jornalístico "Aqui e Agora", do SBT. Atuou ainda na Rede Record e está desde 1993 na TV Globo, onde foi correspondente na Europa. Atualmente, faz reportagens especiais para o "Jornal Nacional" e apresenta o telejornal "SP-TV". |

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Rádio |
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A reportagem "Acre, faroeste caboclo" (série), de Cal Francisco, foi veiculada na Rádio Eldorado (São Paulo) em junho e outubro de 1999. Em questão, a violência política, a corrupção pública e o tráfico de drogas no estado do Acre, tendo como ponto de partida as denúncias contra o então deputado federal Hildebrando Pascoal, do PFL, que acabou perdendo seu mandato. O jornalista José Carlos (Cal) Francisco tem dez anos de carreira como jornalista, com pós-graduação em letras e marketing. É mestrando em ciência política. Trabalha há sete anos na Rádio Eldorado AM, do Grupo Estado, tendo passado pelo Sistema Globo de Rádio de São Paulo e pela Rádio Bandeirantes, entre outros veículos de imprensa. Conquistou duas importantes premiações no último ano: o 21º Prêmio Wladimir Herzog de Cidadania e Direitos Humanos, do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, e o 7º Prêmio Líbero Badaró de Jornalismo, da revista "Imprensa". |

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Fotografia |
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A foto "Conflito marca festa dos 500 anos", de Luiz de Araújo Marques Filho (Lula Marques), foi publicada na "Folha de S.Paulo" em 23/4/2000. O tema é a truculência policial registrada em Porto Seguro contra os índios pataxós, por conta dos protestos referentes às comemorações dos 500 anos do Brasil. Lula Marques começou sua carreira como repórter fotográfico em 1980, no "Correio Braziliense". Trabalha na "Folha de S.Paulo" há 14 anos, sendo sete como coordenador de fotografia da sucursal em Brasília. Em 1999, ganhou o prêmio "Folha" com a foto do ministro da Fazenda, Pedro Malan, com o cabelo - habitualmente bem penteado com gel - desalinhado pelo vento durante o desfile de 7 de setembro em comemoração ao Dia da Independência. |

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Telecomunicações -Veículos Especializados |
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A reportagem "Web de bolso", de Katia Jucá, foi publicada na revista "Tele.com" de março de 2000. Seu tema é o Wireless Application Protocol (WAP), dispositivo que permite acesso à Internet para os telefones celulares, oferecendo novas oportunidades de negócios e possibilitando uma "revolução" no mundo empresarial. A jornalista Katia Jucá trabalhou como repórter da revista "Informática Exame" e foi editora- assistente das publicações "Lan Times" e "Byte Brasil", além de editora da revista "Network Computing". Lançou e foi editora-executiva da revista "Tele.com Brasil" e atualmente está ligada ao projeto de relançamento da "Byte Brasil". Em 1995, recebeu o prêmio Sucesu de Jornalismo pela reportagem "Cuidado, micros em perigo", publicada na revista "Home PC". |

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Telecomunicações - Veículos Não-Especializados |
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A reportagem "Sem-TV' inconformados com ação da Anatel", de Ricardo Lessa, foi publicada no jornal "Gazeta Mercantil" na edição de 6 e 7/9/1999 e conta como em Lagoa D'Antas, sertão do Rio Grande do Norte, uma família precisou reduzir suas despesas com alimentação para poder comprar uma antena parabólica, após a emissora "clandestina" que transmitia sinais de TV para a região ter sido lacrada pela Anatel. Ricardo Lessa formou-se em jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 1977. Já trabalhou no "Jornal do Brasil", em "O Estado de S. Paulo", "Istoé", TV Globo, TV Manchete e na "Voz da América", em Washington D.C. Está há quase três anos na "Gazeta Mercantil" e tem dois livros publicados. Ganhou o Prêmio Icatu de Jornalismo Econômico de 1998 e o 1º Prêmio Firjan de 1999. |
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